Fichamento 05 – Wikinomics: A Arte do Peering

“McEwen (…) percebeu que mentes qualificadas para fazer novas descobertas estavam provavelmente fora dos limites da sua organização e, ao compartilhar propriedade intelectual, pôde explorar o poder da genialidade e da competência coletivas. Ao fazer isso, ele tropeçou no futuro da informação, dos negócios e da maneira como será criada a riqueza e quase todo o resto.”

“Chame-as de “armas de colaboração em massa”. Novas infra-estruturas colaborativas de baixo custo (…) permitem que milhares de indivíduos e pequenos produtores criem conjuntamente produtos, acessem mercados e encantem os clientes de uma maneira que apenas as grandes empresas podiam fazer no passado. Isso está fazendo surgir novas capacidades colaborativas e modelos de negócios que darão poder às empresas bem preparadas e destruirão aquelas que não forem capazes de se adaptar.”
“Os indivíduos agora compartilham conhecimento, capacidade computacional, largura de banda e outros recursos para criar uma vasta gama de bens e serviços gratuitos e de código aberto que qualquer um pode usar ou modificar. E mais, as pessoas podem contribuir com os ‘espaços digitais públicos’ (digital commons) a um custo muito baixo para si próprias, o que torna a ação coletiva bem mais atraente.”

“Estamos nos tornando uma economia em nós mesmos- uma vasta rede global de produtores especializados que permutam e trocam serviços por entretenimento, sustento e aprendizado. Está surgindo uma nova democracia econômica na qual todos somos protagonistas.”

“a comunicação de informações empresariais até então secretas para parceiros, funcionários, clientes, acionistas e outros interessados. A transparência -a divulgação de informações pertinentes- é uma força crescente na economia em rede.

“O clientes podem ver mais claramente o verdadeiro valor dos produtos. Os funcionários tem um nível de conhecimento sobre a estratégia, gestão e desafios da empresa que antigamente era impensável.”

“Apesar de ainda estarmos no início de um ajuste econômico e institucional profundo, as empresas já estabelecidas no mercado não devem esperar um período de carência. A velha e arraigada mentalidade do tipo “planejar e empurrar” está rapidamente sendo substituída por uma nova e dinâmica economia de “empenho e criação conjunta”. Uma economia global hipercompetitiva está remodelando as empresas, e mudanças políticas e jurídicas estão para acontecer. ”

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